Agora Cards.
Limites de gasto de escala institucional — US$ 240.000 por dia e US$ 900.000 por mês — num cartão que nunca pede documento de identidade, com tabela de taxas e lista completa de países bloqueados publicadas abertamente na home.
Prós.
- +Sem documento oficial, selfie ou comprovante de endereço — uma auditoria independente percorreu todo o fluxo de emissão e só pediu e-mail, telefone e pagamento
- +Limites de escala institucional: US$ 240.000 por dia, US$ 900.000 por mês e US$ 20.000 por transação, iguais nos dois cartões
- +Tem cartão virtual e físico, sendo que o físico acrescenta acesso real a caixas eletrônicos
- +Apple Pay e Google Pay no virtual, Google Pay no físico
- +2% fixos de recarga nos dois cartões e um número total publicado de 5,0%
- +A tabela completa de taxas está na home pública, sem PDF de tarifas para caçar
- +A lista de países bloqueados é publicada por inteiro antes do cadastro — um sinal de honestidade que a maioria dos operadores no-KYC pula
- +Cartões físicos saem em 48–72h de armazéns na UE e nos EUA e podem levar seu próprio design
- +Vida longa do cartão: 3 anos no virtual, 4 anos no físico
- +Suporte humano 24/7, acessível por Signal, SimpleX e Telegram
Contras.
- −Não existe página de Termos, Política de Privacidade, FAQ, Sobre ou Contato em lugar algum do site — /terms, /faq, /fees e /pricing retornam 404
- −Nenhuma entidade legal é nomeada e a jurisdição aparece apenas como 'Offshore' na bio do operador no X
- −A bandeira do cartão nunca é nomeada no próprio site da Agora — só 'major card networks'; uma auditoria de terceiros identifica como Visa
- −Início caro: US$ 90 uma única vez pelo cartão virtual e US$ 500 uma única vez pelo físico
- −Somente por convite — o cadastro exige código de indicação, então você não consegue verificar nada por conta própria antes
- −Os saldos do cartão são custodiais, mantidos por 'parceiros de custódia licenciados e regulados' não identificados
- −O custo total de 5,0% é alto; cartões competitivos ficam em 2–3%
- −Comprar criptomoeda com o cartão está entre as categorias proibidas, junto com apostas, jogos, combustível e créditos de jogos
- −Apenas USDT e USDC — sem BTC e sem Monero, apesar do posicionamento de privacidade
- −As redes de depósito não são publicadas no site
- −24 países ficam totalmente de fora, incluindo Rússia, Belarus e Ucrânia
- −O operador apareceu em abril de 2026, então praticamente não há histórico
- −Nenhum endereço de e-mail é publicado em qualquer canal do operador
Detalhamento das taxas.
A emissão é única e cara: US$ 90 pelo cartão virtual, dos quais US$ 10 chegam como saldo gastável, e US$ 500 pelo físico. Não há mensalidade. A recarga é 2% nos dois cartões. As transações custam US$ 0,35 + 1,5% no virtual e US$ 0,10 + 1,5% no físico. O câmbio é 1,5%. Saques em caixa custam 2% e só existem no cartão físico, limitados a US$ 1.500 por dia e US$ 15.000 por mês. A própria Agora publica o número total: 5,0% em taxas percentuais, ou 7,0% considerando o uso de caixas eletrônicos. Os limites de gasto são iguais nos dois cartões: US$ 240.000 por dia, US$ 900.000 por mês e US$ 20.000 por transação. As redes de depósito não são listadas no site.